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INFORMATIVOS Alergia e Imunologia

Alerta aos pais: alergia ao ovo é a segunda principal causa de Alergia Alimentar nas crianças





 
A alergia ao ovo é bastante frequente em idade pediátrica e é a segunda principal causa de alergia alimentar na criança, a seguir ao leite de vaca. A sua prevalência atinge até 3% da população geral nos primeiros anos de vida.

A alergia ao ovo de galinha é uma reação adversa causada por um mecanismo imunológico contra as proteínas do ovo e que ocorre após ingestão ou contacto com ovo nas pessoas que desenvolveram IgEs específicas para este alimento (ou seja, apenas nas pessoas que são alérgicas). Esta reação repete-se sempre que haja ingestão ou mesmo até só contacto cutâneo (contacto na pele) com ovo.




É importante também distinguir entre intolerâncias e alergias. A intolerância ao ovo, tal como as restantes intolerâncias, por exemplo à lactose, cursa com sintomas apenas gastrointestinais e apesar de incomodativa não tem gravidade.


SINTOMAS DE ALERGIA AO OVO
 
  • Urticária (manchas vermelhas na pele que coçam muito).
  • Inchaço na boca e nos olhos, chiado no peito, coriza, tosse, rouquidão, diarreia, vômitos e, nos casos mais graves, anafilaxia.
  • As reações ocorrem sempre que houver ingestão ou mesmo até só contato da pele com ovo
 
As partes do ovo não são igualmente alergênicas, e depende, também, do grau de cozimento do mesmo (quanto mais cozido menor a chance de reação). A clara do ovo é a que contém mais proteína e, por isso, é mais alergênica do que a gema. Na maioria dos casos a alergia ao ovo melhora com o passar do tempo, outros precisam de dessensibilização para tolerar!

De acordo com a alergista imunologista do IOSC Hospital Dia, Dra Andressa Zanandréa, crianças a partir dos seis meses de idade podem se alimentar com ovos. "Sim, no início da introdução alimentar já é indicado. Estudos mostram que quanto antes inserirmos esses alimentos, menor será a chance de reação alérgica. O ovo é rico em tantas vitaminas, minerais e proteínas e, portanto, não deve ser excluído da dieta, sem que seja comprovada a alergia ao alimento. Procure um médico alergista e tire suas dúvidas", destaca a Dra. 

Fonte: IOSC - Resp. Técnica IOSC: Dra. Leda Sandrin (CRM 6039/SC /RQE 1496)





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