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O que é a Síndrome do Olho Seco? Entenda com o IOSC







Aproximadamente 18 milhões de brasileiros sofrem com Síndrome do Olho Seco e apresentam sensação de ardência e vermelhidão nos olhos, lacrimejamento, prurido ocular, visão embaçada e fadiga nos olhos. Muitos pacientes não sabem que possuem a síndrome e sofrem por anos.

Acompanhe abaixo o artigo desenvolvido pela Doutora em Ciências Médicas, Especialista em Oftalmologia,  alergista e imunologista, Dra. Leda de Almeida das Neves Sandrin, com informações claras sobre a Síndrome do Olho Seco: 





 
A Síndrome do Olho Seco é uma doença da superfície ocular, causada por uma disfunção lacrimal, que afeta ambos os sexos, sendo mais frequente nas mulheres e após 18 anos de idade. Entre as principais causas estão: idade, menopausa, uso prolongado de computadores e smartphones, uso de lentes de contato, uso de maquiagens, alergia ocular, doenças dermatológicas e autoimunes, exposição prolongada a ambientes com ar condicionado, pouca ingesta de água e alguns medicamentos como diuréticos, anti-histamínicos, antidepressivos e colírios.
 
A lágrima produzida de forma contínua compõe o filme lacrimal e mantém os olhos úmidos. Em situações de irritação ocular (choro, corpo estranho, inflamações oculares), ocorre o lacrimejamento reflexo. Pelo exposto acima, ocorre que em alguns casos de olho seco (deficiência no filme lacrimal), paradoxalmente, pacientes com Síndrome do Olho Seco apresentam lacrimejamento.
 
 O filme lacrimal é composto por três camadas: uma oleosa e mais externa, uma aquosa e medial e outra mais interna composta por muco. Tem função de nutrição, defesa, hidratação e participa da refração. A camada oleosa, evita a evaporação da lágrima e é produzida pelas glândulas de meibômio, presentes nas pálpebras. Disfunção na produção desta camada, causa o chamado olho seco evaporativo, sendo esta a principal causa da doença. Mais raramente, disfunção nas glândulas lacrimais e na produção de muco também causam olho seco.


Diagnóstico

O diagnóstico do olho seco é realizado por exame oftalmológico completo. O uso de questionários padronizados e dosagem da osmolaridade da lágrima, são ferramentas muito úteis nos casos suspeitos.


Tratamento

O tratamento baseia-se na identificação e controle dos principais fatores agravantes. Em alguns casos, o uso de lubrificantes oculares específicos e medidas ambientais são suficientes. Entretanto, em apresentações clínicas mais intensas, o uso de agentes medicamentosos para diminuir a inflamação e procedimentos cirúrgicos, podem ser necessários. Atualmente, tem sido orientado o tratamento com uso de luz pulsada regulada de alta intensidade, especificamente projetada para área dos olhos e estímulo das glândulas de meibômio. Esta nova modalidade de tratamento, indolor e rápida, tem demonstrado resultados altamente satisfatórios e duradouros, com melhora importante da função lacrimal ocorrendo nas primeiras aplicações.




 ALGUMAS DICAS:
 
  • Pisque muitas vezes quando sentir desconforto ocular
  • Evite lavar os olhos com água corrente em casos de irritação: a água pode conter alguns microorganismos causadores de infecções oculares graves
  • Evite o uso de colírios sem prescrição médica: alguns colírios podem piorar os sintomas, causar olho seco ou mesmo desencadear doenças como glaucoma.
  • Beba muita água
  • Síndrome do Olho Seco pode causar lacrimejamento.

     
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Dra Leda das Neves Almeida Sandrin
Especialista em Alergia e Imunologia Clínica
Especialista em Oftalmologia
Doutora em Ciências Médicas - USP/SP Departamento de Oftalmologia
CRM 6039 RQE 1496/17192

 

Confira o vídeo


Fonte: IOSC - Resp. Técnica IOSC: Dra. Leda Sandrin (CRM 6039/SC /RQE 1496





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