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Dra. Leda das Neves Almeida Sandrin
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INFORMATIVOS Pediatria

Meu filho está com “ínguas”, e agora?



As famosas “ínguas” são chamadas por nós médicos de linfonodos. Quando as mães encontram algum desses linfonodos palpáveis já vem a preocupação se pode ser câncer.

Os linfonodos aumentam rapidamente na infância, alcançando dimensões do adulto em torno dos seis anos de idade. O pico máximo de crescimento é no período pré-puberal, ocorrendo, posteriormente, uma redução no seu tamanho.

Usualmente o tamanho normal do linfonodo é menor que 1 cm de diâmetro, embora haja variações nas diferentes regiões e idades. Cerca de 75% dos linfonodos aumentados são localizados e mais de 50% são observadas na região de cabeça e pescoço. Estão frequentemente associadas a uma doença específica na região de drenagem linfática e não necessitam de investigações adicionais ao exame clínico para o seu diagnóstico.

As linfonodomegalias (aumento dos linfonodos) generalizadas representam 25% dos casos e estão geralmente relacionadas a uma doença de base mais grave. A avaliação, bem como o seguimento clínico constante e seriado desses pacientes são fundamentais, considerando que nem sempre é possível definir a causa do aumento dos linfonodos em uma consulta inicial.
A linfonodomegalia periférica representa situação comum na prática pediátrica, sendo que na maioria das vezes constitui uma etapa de crescimento normal do tecido linfoide ou reação secundária às doenças benignas da infância, como amigdalites, otites, estomatites...

Portanto se você percebeu algum linfonodo aumentado no seu filho, procure um pediatra, ele irá avaliar o tempo de duração e aspecto evolutivo,  avaliar os linfonodos em relação à sua localização, consistência, tamanho, mobilidade e presença de sinais flogísticos, avaliar se a linfonodomegalia é localizada ou generalizada, idade do paciente, presença de sinais/sintomas constitucionais sugestivos de doença sistêmica, entre outros. E decidirá se necessita exames complementares ou se trata de um achado benigno.

Tenha um pediatra para chamar de seu.
Referência: Sociedade brasileira de pediatria.

Fonte: IOSC - Resp. Técnica IOSC: Dra. Leda Sandrin (CRM 6039/SC /RQE 1496)





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