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Endocrinologista esclarece sobre Tireoide #Assista





tireoide ou tiroide é uma glândula em forma de borboleta (com dois lobos), que fica localizada na parte anterior pescoço, logo abaixo da região conhecida como Pomo de Adão (ou popularmente, gogó). É uma das maiores glândulas do corpo humano e tem um peso aproximado de 15 a 25 gramas (no adulto).


Ela age na função de órgãos importantes como o coração, cérebro, fígado e rins. Interfere, também, no crescimento e desenvolvimento das crianças e adolescentes; na regulação dos ciclos menstruais; na fertilidade; no peso; na memória; na concentração; no humor; e no controle emocional. "É fundamental estar em perfeito estado de funcionamento para garantir o equilíbrio e a harmonia do organismo", comenta a endocrinologista do IOSC Hospital Dia, Dra. Fabiana de Souza Barcala. 



Em entrevista, Dra. Fabiana explica que a Tireoide comparada a outros órgãos do corpo humano é relativamente pequena. "Quando a tireoide não está funcionando adequadamente pode liberar hormônios em excesso (hipertiroidismo) ou em quantidade insuficiente (hipotireoidismo)", comenta
 
Hipotireoidismo

Se a produção de “combustível” é insuficiente provoca hipotireoidismo. Tudo começa a funcionar mais lentamente no corpo: o coração bate mais devagar, o intestino prende e o crescimento pode ficar comprometido. Ocorrem, também, diminuição da capacidade de memória; cansaço excessivo; dores musculares e articulares; sonolência; pele seca; ganho de peso; aumento nos níveis de colesterol no sangue; e até depressão. Na verdade, o organismo nesta situação tenta "parar o indivíduo", já que não há “combustível” para ser gasto.

Hipertireoidismo

Se há produção de “combustível” em excesso acontece o contrário, o hipertiroidismo. Nesse caso, tudo no nosso corpo começa a funcionar rápido demais: o coração dispara; o intestino solta; a pessoa fica agitada; fala demais; gesticula muito; dorme pouco, pois se sente com muita energia, mas também muito cansada.

"Problemas na tireoide podem aparecer em qualquer fase da vida, do recém-nascido ao idoso, em homens e em mulheres. Diagnosticar as doenças da tireoide não é complicado e o tratamento pode salvar a vida da pessoa", reforça a endocrinologista. 

Nódulos de Tireoide

De acordo com a Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia, um dos problemas mais frequentes da tireoide são os nódulos, que não apresentam sintomas. Estima-se que 60% da população brasileira tenha nódulos na tireoide em algum momento da vida. O que não significa que sejam malígnos. Apenas 5% dos nódulos são cancerosos. O reconhecimento deste nódulo precocemente pode salvar a vida da pessoa e a palpação da tireoide é fundamental para isso. Este exame é simples, fácil de ser feito e pode mudar a história de uma pessoa. Uma vez identificado o nódulo, o endocrinologista solicitará uma série de exames complementares para confirmar a presença ou não do câncer.

Semana Nacional de Conscientização sobre a Tireoide foi destaque neste mês pela SBEM

A tireoide produz dois hormônios: a tri-iodotironina (T3) e a tiroxina (T4). Esses hormônios são essenciais para a saúde da mãe e do feto na gestação.

No início da gestação, há o desenvolvimento neurológico do bebê e isso depende de níveis adequados de hormônios tireoidianos. Enquanto a tireoide do feto não está totalmente formada (o início se dá a partir da 8a semana de gestação) - ele depende totalmente do hormônio materno. Na mãe, as disfunções da tireoide podem alterar a pressão arterial e aumentar o risco de abortos e partos prematuros.

 Durante a gravidez ocorrem modificações importantes no organismo e especialmente no funcionamento da glândula tireoide. A paciente que sabe possuir disfunções na tireoide deve informar seu médico logo que descobrir a gestação ou, melhor ainda, informar com antecedência a intenção de engravidar, para que as doses dos medicamentos sejam devidamente ajustadas. Com o ajuste e acompanhamento adequados, pode-se reduzir o risco de complicações para a mãe e o bebê.

Assista abaixo a Entrevista na Íntegra com a Endocrinologista do IOSC Hospital Dia.

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Fonte: Com informações SBEM - IOSC - Resp. Técnica IOSC: Dra. Leda Sandrin (CRM 6039/SC /RQE 1496)





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