IOSC - Instituto de Olhos Santa Catarina S/S
Responsabilidade Técnica IOSC
Dra. Leda das Neves Almeida Sandrin
CRM 6039 / SC / RQE 1496

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COMISSÃO DE CONTROLE DE INFECÇÕES RELACIONADAS À ASSISTÊNCIA À SAÚDE

01/08/2021

A Comissão de Controle de Infecções Relacionadas à Assistência à Saúde (CCIRAS), antigamente conhecida como Comissão de Controle de Infecção Hospitalar, também é uma comissão obrigatória em instituições hospitalares de acordo com a Portaria MS nº 2616 de 1998.

Recentemente, com o advento da pandemia do coronavírus, a sua importância ganhou notoriedade, visto a importância de garantir a prevenção na disseminação da doença.

Para compreender melhor a atuação da comissão, é importante compreender o que são as infecções relacionadas a assistência à saúde – IRAS.

As IRAS são infecções que podem ocorrer em qualquer tipo de atendimento a saúde, ou seja, não somente dentro de hospitais, mas também em clínicas, ambulatórios, postos de saúde e até atendimentos móveis. São mais relacionadas a procedimentos invasivos, como acessos venosos, cirurgias, utilização de sondas e tubos, podendo ser prevenidas na maioria das vezes com boas práticas de assistência.

Cada paciente e situação de saúde oferece mais ou menos risco para aquisição de uma IRAS, podendo citar o seguinte exemplo:

 
  • Paciente jovem, sem doenças de base, realiza uma cirurgia eletiva (agendada) de plástica de nariz. Essa é uma cirurgia limpa, ou seja, passível de descontaminação para a cirurgia e que oferece baixíssimos riscos de infecção.
  • Paciente jovem, sem doenças de base, realiza uma cirurgia de urgência de retirada do apêndice inflamado. Essa é uma cirurgia que já tem contaminação interna (apêndice está inflamado), trazendo um maior risco de infecção.
Neste exemplo, o que é importante entender é que determinados pacientes e situações apresentam maiores riscos de infecção.
 
No Brasil, estima-se que 15% dos pacientes internados desenvolvam algum tipo de infecção, sendo a maioria prevenível. As mais comuns são:
 
  • Infecção de corrente sanguínea relacionada ao uso de cateter;
  • Infecção do trato urinário relacionada a sondagem vesical;
  • Infecção de sítio cirúrgico;
  • Pneumonia associada a ventilação mecânica;Pacientes com comorbidades (doenças como diabetes, hipertensão, hepatopatas, cardiopatas, imunodeprimidos), obesos, sedentários, tabagistas e de faixas etárias extremas, como idosos e crianças, possuem maior risco de infecção.
Todas as Instituições devem garantir boas práticas para prevenção das infecções. No IOSC as principais ações são:
 
  • Incentivo a higiene das mãos com monitoramento do uso de sabão e álcool;
  • Boas práticas na utilização de dispositivos invasivos;
  • Bloqueio epidemiológico de pacientes com riscos de transmissão de infecções;
  • Controle de fluxos internos e desinfecção do ambiente;
  • Controle e desinfecção adequada de rouparia hospitalar;
  • Controle de esterilização de materiais;
  • Boas práticas em cirurgia segura;
  • Dentre outros. 
Para isso, o IOSC realiza anualmente um Programa de Controle Infecções com planejamento de todas as ações da Comissão, sendo elas de padronização de rotinas, capacitação das equipes, fiscalização e monitoramento dos casos de infecção, rotina de acompanhamento de pacientes, dentre outros.

O Hospital gera indicadores mensais de infecção para análise da comissão, apresentação a Comissão de Gestão da Qualidade e envio a Comissão Estadual de Controle de Infecções em Serviços de Saúde (CECISS) em Florianópolis.

O IOSC possui uma estrutura e um diferencial muito importante para a prevenção de infecções: - Por ser um Hospital-dia, não possui pacientes internados, diminuindo o risco de infecções por uso de dispositivos prolongados.
 
  • Como não possui internação prolongada, o uso de antibióticos é reduzido, somente utilizado como profilaxia cirúrgica – baixo espectro de ação e sem risco para colonização por germes multirresistentes.
     
  • Realiza somente cirurgias limpas, ou seja, passíveis de descontaminação, não circulando desta forma na Instituição e Centro Cirúrgico pacientes com contaminações;
     
  • Por atuar com cirurgias eletivas (agendadas), são realizados testes de covid prévios, garantindo a segurança dos pacientes e profissionais.
 
Diferente da média nacional, o IOSC mantém seus indicadores de infecção menor de 1%, sendo mais seguro para você e sua família.
 


Fonte: IOSC



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